Toyota Prius produzido no México fica mais próximo do Brasil

19 06 2010

No início deste ano noticiamos que a Toyota estava planejando lançar o híbrido Prius no mercado nacional em breve. Já inclusive registrado no INPI (Instituto Nacional da Propriedade Industrial), o ecológico tinha o preço como principal empecilho para estrear no país, uma vez que passui alto custo de produção e os impostos de importação não são nada brandos. A partir de agosto, porém, o modelo passará a ser produzido no México, país com quem o Brasil mantém um acordo de livre comércio, o que facilitará ainda mais sua vinda à terras tupiniquins.

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Se antes o Prius estava previsto para chegar custando cerca R$ 100.000, agora ele poderá ser lançado com preços na casa dos R$ 70.000 ou no máximo R$ 80.000. Na Argentina, por exemplo, o modelo já é vendido desde o ano passado pelo equivalente a R$ 85.000. Mas os valores ainda podem cair se o governo der incentivos fiscais a este tipo de veículos, como já ocorre em diversos países. Fontes internas da própria Toyota já dão como certa a chegada do modelo para outubro durante o Salão de São Paulo, conforme apurou a equipe do UOL Carros.

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Lançado no Japão em meados de 1997, o Prius teve um início de carreira dificil. O alto custo do projeto e a pouca preocupação com as questões ambientais na época quase puseram fim ao híbrido, mas logo as vendas deslancharam. Hoje, já em sua terceira geração, o Prius contabiliza mais de 2 milhões de unidades emplacadas em todo o mundo. Sob o capô, o ecológico da Toyota vem equipado com um propulsor combinado (combustão, movido a gasolina, e elétrico) que gera 136 cv de potência, suficientes para fazê-lo acelerar de 0 a 100 km/h em 10,4s.

Mesmo com os ótimos dados de desempenho, o modelo é capaz de rodar até 25 km com um único litro de combustível e emitir apenas 89 g de CO2/km. O propulsor elétrico entra em cena em situações que exigem mais força do motor e, principalmente, quando o carro não está em movimento. Ao frear o veículo, um sistema semelhante ao KERS utilizado na F1 entra em atuação transformando a força aplicada em carga para a bateria.

Por Dyogo Fagundes

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