Lobini completa dois anos sem vender uma unidade do H1

1 02 2010

Uma das poucas fabricantes nacionais de relativo destaque, a Lobini acaba de completar dois anos sem vendas. Desde o fim de janeiro de 2008 que a montadora de Cotia (SP) não registra uma venda sequer do esportivo H1, dotado de visual agressivo, desempenho apimentado e preço astronômico: R$ 180.000. Os proprietários da empresa, porém, não abandonaram seus planos e, além de trabalhar em outro modelo, ainda aceitam encomenda para o H1.

Controlada desde pelo empresário herdeiro do grupo Votorantim, Antônio Ermírio de Moraes Filho, a pequena fabricante de esportivos brasileira passou por uma série de reformulações nos processos de produção e venda desde então. Mas, desde o lançamento do H1, apenas 21 unidades foram comercializadas: oito em 2005, mais 8 em 2006, 4 em 2007 e apenas uma em 2008. Segundo o dono da companhia, toda semana eles recebem uma consulta sobre o modelo, seja zero ou semi-novo.

Ermírio afirma que, no momento, o mercado está mais favorável para a compra de modelos usados. O problema, novamente, são os preços: eles variam de R$ 145.000 a R$ 170.000, enquanto um zero custa R$ 180.000. Um dos passos para a reestruturação da marca está na parceria com o argentino Oreste Berta, na qual está sendo desenvolvido um Lobini de competição equipado com motor Ford Duratec 2.0l capaz de render 210 cv de potência rodando com álcool ou gasolina de alta octanagem.

Por Fillipe Vivas

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