GM inaugura pista que simula gelo em Cruz Alta

6 02 2009

Uma das mais modernas e tradicionais pistas de testes do Brasil, a da General Motors em Indaiatuba (SP), ganhou esta semana mais um “atrativo”. Depois de dois anos de trabalho e investimento de mais de R$ 70 milhões, gerando mais de 200 empregos diretos e indiretos, a marca inaugura a 17ª pista de testes no Campo de Provas de Cruz Alta. Batizada de Black Lake, ela tem a função de simular uma pista coberta de gelo.

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Mas pra que gelo se no Brasil não neva? Lembra-se que alguns carros vendidos em outros mercados são testados por aqui, como é o caso dos modelos Hummer. Com isso, a GM reduz custos – antes era preciso enviar o veículo para outra pista de teste da montadora que simulasse a situação de gelo para depois finalizar a sessão – e tempo (cerca de 2 a 4 meses). A novidade funciona com a adoção de mais de 1.000 m³ de tiras de granitos polidos em posição horizontal e em aclive.

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Para deixar a superfície mais escorregadia e simular melhor uma estrada coberta de gelo, esguichos embutidos bombeiam água para a pista. Na tira mais áspera, o grau de atrito equivale a 0.3, enquanto na mais lisa o valor pode chegar a 0.1. No asfalto, esse coeficiente é de 0.9. Sobre o granito molhado, pode-se fazer testes de frenagem, desvios e de atuação dos controles de tração e estabilidade. A pista de testes da GM no Brasil já se equipara às mais modernas do mundo com a chegada do Black Lake, mas ainda falta um túnel de vento para chegar ao topo.

Por Fillipe Vivas





Produção da Fielder chega ao fim

11 09 2008

Versão perua do Toyota Corolla, a Fielder está chegando ao fim de sua carreira no Brasil. O término da produção do modelo já era especulado desde a nova geração do Corolla, mas somente agora foi confirmado oficialmente pela montadora japonesa.

A Fielder chegou ao Brasil em 2004, para agitar o segmento das peruas médias, até então representado apenas pelo Fiat Marea Weekend e pelo Peugeot 307, ambos com baixo números de vendas. Em 2006, com a chegada da Renault Mégane Grand Tour, a station japonesa começou a perder vendas e, desde então, sua produção vem trazendo prejuízos para a Toyota.

Outro motivo para o fim da produção da Fielder é o sucesso de vendas do Corolla. O sedan passa a ser o foco da produção da fábrica da Toyota em Indaiatuba para atender a alta demanda. O Corolla foi o sedan médio mais vendido do mês de agosto, com 4.424 unidades comercializadas, segundo a Fenabrave.

Por Pedro H. Kotowicz








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