Peugeot firma acordo para venda do 207 Passion na Malásia

8 10 2009

Peugeot e NAZA Group, uma das maiores empresas automotivas da Malásia, firmaram ontem (7) um acordo para produção e comercialização do sedan 207 Passion no país asiático. Dando continuidade ao plano de cooperação iniciado há três anos com a montagem do hatch 206, ambos os grupos pretendem produzir 18.000 unidades do três-volumes por ano, que abastecerão exclusivamente o mercado malaio.

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Volkswagen pode fechar aliança com Suzuki até o fim do ano

21 09 2009

Os rumores de que o Grupo Volkswagen AG estaria interessado em parte das ações da Suzuki ganharam força novamente nesta semana. De acordo com a revista alemã Automobilwoche, a Volkswagen deve fechar um acordo de fornecimento mútuo de tecnologia com a montadora japonesa até o fim deste ano. Para a empresa alemã, favoreceria a inserção em novos mercados; para a oriental, o maior fruto seriam as modernas soluções de construção.

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Oficial: GM decide passar controle da Opel à canadense Magna

10 09 2009

No final de julho deste ano, foi dado como concluído o acordo de venda da subdivisão europeia da GM, a Opel, para a fabricante canadense de autopeças Magna. Somente nesta quinta-feira (10), no entanto, foi confirmada a transação do controle da fabricante ao grupo, composto ainda por um banco russo. A chanceler alemã Angela Merkel aprovou a decisão e disse estar feliz com o novo começo para a montadora.

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Com a venda, a Magna e o Sberbank passam a deter, cada um, 27,5% de participação na empresa. 10% do controle vai para associação de funcionários e os 35% restantes ficam com a GM. De início, o governo da Alemanhaemprestará 1,5 bilhão de euros à Opel a fim de que não haja prejuízos para as partes. A GAZ, montadora que também entrou no acordo, terá o direito de produzir veículos da Opel no antigo país comunista.

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A venda da Opel é um dos últimos passos da empresa americana em busca de sua reestruturação. A Fiat, que estava interessada na aquisição da Opel, ficou de fora. Para o grupo italiano, a Alemanha impôs requisitos desnecessários para a compra da montadora daquele país.

Por Fillipe Vivas





Fiat fecha acordo de baterias para veículos elétricos com empresa italiana

31 08 2009

A Fiat, através da Magneti Marelli, uma das empresas que compõem o seu grupo, anunciou hoje (31) em Milão, na Itália, que firmou um acordo com a conterrânea FAAM para desenvolvimento, produção e venda de baterias de lítio. De acordo com a montadora, os componentes serão produzidos em conjunto para propulsão elétrica de carros, motocicletas, ônibus e outros veículos, iniciando a vendas de produtos na segunda metade de 2010.

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Uma fonte ligada à Fiat, que pediu para não se identificar, afirmou que a parceria caiu como uma luva para a montadora de Turim, que recentemente adquiriu experiência no ramo da tecnologia de veículos elétricos por meio da parceria com a norte-americana Chrysler, que está bem à frente da italiana nessa área. O acordo também pode benefiar a divisão brasileira da marca, que desenvolve, em parceria com a Itaipu Binacional, experiências com automóveis movidos à eletricidade.

Por Dyogo Fagundes





Volkswagen está interessada nas ações da Suzuki

22 08 2009

Mal firmou contrato com a Porshce e a Volkswagen já pretende fazer parceria com outra grande montadora. Desta vez, uma localizada lá do outro lado do mundo: a Suzuki. A especulação ganhou a web no final desta semana quando a revista alemã Manager Magazin publicou uma entrevista com o CEO da Volks, Martin Winterkorn, onde o mesmo dizia estar interessado em comprar algumas ações da fabricante nipônica.

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Segundo palavras do próprio executivo, “a Suzuki, por ter experiência no desenvolvimento de carros compactos, mostra-se uma potencial parceira para a Volkswagen”. A revista diz ainda que a intenção da montadora alemã é de adquirir 10% das ações da Suzuki, além de firmar uma parceria para o lançamento de um inédito microcarro. A negociação está sendo disctida e deve ser divulgada oficialmente até o fim do ano.

Por Fillipe Vivas





Justiça norte-americana suspende aliança entre Fiat e Chrysler temporariamente

9 06 2009

A Suprema Corte dos Estados Unidos da América anunciou nesta segunda-feira (8) a suspensão do processo de venda da companhia norte-americana Chrysler ao grupo italiano Fiat SpA. Segundo executivos do governo, a decisão foi tomada com o objetivo de ampliar o tempo de estudo da aliança – suspeita-se que a parceria gere lucros apenas para credores sem garantias.

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A aliança com a Fiat oferece à Chrysler acesso a produtos até então inexistentes no portfólio da marca, como veículos de porte compacto e baixo consumo de combustível, além de tecnologias inéditas nos Estados Unidos. “Com esta aprovação, é criado o novo Grupo Chrysler e este pode se preparar para se lançar como uma nova e fascinante companhia formada com a Fiat”, diz Robert L. Nardelli, presidente da Chrysler LLC.

Por Fillipe Vivas





Em momento de crise, Peugeot diz estar aberta a qualquer tipo de aliança

1 06 2009

A Peugeot está desesperada, ou ao menos é o que se imagina ao se analisar a declaração de um executivo do alto escalão do grupo PSA a um conhecido jornal francês. Segundo informa o periódico Les Echos, uma das mais tradicionais montadoras francesas, a Peugeot, está disposta a realizar qualquer tipo de aliança visando contornar a crise.

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Ainda segundo o jornal, o anúncio foi realizado hoje (1º) pelo presidente do Conselho Supervisor da Peugeot Citroën PSA, Thierry Peugeot. O executivo faz apenas uma exigência: sua montadora de ter presença central, ou seja, ser acionista majoritária da suposta parceria. Alguém disposto?

Por Fillipe Vivas





Tribunal americano aprova aliança entre Chrysler e Fiat

1 06 2009

Agora está mais do que confirmado, ou melhor, aprovado. O Tribunal Norte Americano de Concordatas de Nova York anunciou hoje (1º) a aprovação do pedido de venda de praticamente toda a operação do Grupo Chrysler LLC para o conglomerado italiano Fiat SpA. Os primeiros frutos da parceria serão colhidos dentro de alguns meses com o pagamento de dívidas e acerto com sindicatos de trabalhadores, concessionários e fornecedores de peças.

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A aliança com a Fiat oferece à Chrysler acesso a produtos até então inexistentes no portfólio da marca, como veículos de porte compacto e baixo consumo de combustível, além de tecnologias inéditas nos Estados Unidos. “Com esta aprovação, é criado o novo Grupo Chrysler e este pode se preparar para se lançar como uma nova e fascinante companhia formada com a Fiat”, diz Robert L. Nardelli, presidente da Chrysler LLC.

Por Fillipe Vivas





Oficial: canadense Magna assume controle da Opel

30 05 2009

Depois de muita especulação acerca do futuro da subsidiária europeia da General Motors, finalmente saiu o resultado. A fabricante canadense de autopeças Magna assume a partir de agora o controle da Opel em todo o continente europeu. O negócio foi fechado na tarde de ontem (29) entre as empresas, a montadora GAZ, o governo alemão e o banco russo Sberbank.

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De início, o governo da Alemanha, onde está sediada a Opel, emprestará 1,5 bilhão de euros à montadora a fim de que não haja prejuízos para ambas as partes. Um dos maiores frutos desta aliança será colhido nas geladas terras da Rússia: a GAZ, montadora que também entrou no acordo, terá o direito de produzir veículos da Opel no antigo país comunista.

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A venda da Opel é um dos últimos passos da empresa americana em busca de sua reestruturação. A Fiat, que estava interessada na aquisição da Opel, ficou de fora. Para o grupo italiano, a Alemanha impôs requisitos desnecessários para a compra da montadora daquele país.

Por Fillipe Vivas





Volkswagen e BYD fecham parceria para produção de híbridos e elétricos

26 05 2009

A alemã Volkswagen anunciou hoje (26) que fechou um acordo com a chinesa BYD (Build Your Dreams) para produção de veículos híbridos e elétricos alimentados por baterias de íons-lítio. Ambas as montadoras já estavam discutindo a parceria há alguns meses, mas sua confirmação foi dada somente hoje, quando os executivos da BYD visitaram as instalações da Volks em Wolfsburg, na Alemanha.

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A papelada do acordo foi assinada pelos executivos Wang Chuanfu da BYD e Martin Winterkorn da VW, na sede da marca alemã. Segundo Ulrich Hackenberg, executivo do centro de desenvolvimento técnico da VW, a intenção da marca é expandir a linha BlueMotion e oferecer carros híbridos e elétricos de forma acessível. “Particularmente no mercado chinês, parceiros em potencial como o BYD podem nos ajudar a aumentar rapidamente as nossas atividades”, completou.

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Vale ressaltar que a BYD não é uma mera montadora chinesa. Ela é uma das maiores fabricantes de pilhas e baterias do mundo e tem bastante experiência no desenvolvimento de sistemas elétricos, uma vez que em 2008  apresentou o  elétrico F3DM (cópia do Toyota Corolla), que têm autonomia de 100 km.

Por Dyogo Fagundes





Falta de clareza faz Porsche e VW suspenderem aliança

18 05 2009

Segundo informações da agência de notícias Reuters, Porsche e Volkswagen suspenderam temporariamente os acordos de fusão que estavam sendo realizados desde a semana passada entre as duas montadoras. Para Martin Winterkorn, presidente da Volkswagen, os termos e ideias da negociação não estavam claros e havia um certo clima de desconfiança por conta da dívida de US$ 12 bilhões contraída pela marca de Sttutgart.

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Pelo acordo iniciado na semana passada, já havia decidido que a matriz do novo grupo ficaria em Wolfsburg, na Alemanha, sede da Volkswagen e que a Porsche ainda precisaria ter os 9 bilhões de euros (US$ 12,3 bilhões) em dívidas sob controle antes de fechar o acordo. Com a atual situação, o futuro da aliança é incerto.

Por Fillipe Vivas





Fiat terá que regulamentar seus veículos para vendê-los nos EUA

13 05 2009

Ansiosa para iniciar as vendas de seus veículos nos Estados Unidos, a Fiat terá que aguardar por mais alguns meses. Para poder comercializar seus produtos na Terra do Tio Sam, a montadora italiana terá que regulamentá-los de acordo com as normas de segurança e emissão de poluentes daquele mercado, processo que custará à marca cerca de 18 meses.

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Dentre as alterações exigidas estão reengenharia dos airbags, para que levem em conta os passageiros que não estão utilizando o cinto de seguraça; reforços nos para-choques, para que suportem ilesos à impactos de até 3km/h; novos testes de impactos laterais e modificações nos sistemas de emissões. Com isso, os primeiros exemplares da Fiat só chegarão à terras americanas a partir de 2012.

Por Dyogo Fagundes





Termos definidos para fusão entre Porsche e Volkswagen

12 05 2009

Foram formulados, no início desta semana, os termos para fusão da Porsche com a Volkswagen – a marca esportiva deve ser controlada pela alemã. Ferdinand Piech, presidente do conselho da Volkswagen, nomeou o presidente-executivo da montadora alemã, Martin Winterkorn, seu candidato para comandar a companhia resultante da fusão.

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A crise financeira foi o principal fracasso na tentativa de comprar a concorrente. Assim a terceira maior montadora do mundo ganhou vantagem em cima da marca esportiva, mesmo a Porche possuindo mais da metade da VW. Ser absorvida pela Volkswagen significaria à Porsche reduzir seu status de montadora para mais uma marca no grupo. Com isso travaria uma luta para ter uma influência, já que é dona da Bugatti e Lamborghini.

Já foi decidido que a matriz do novo grupo ficará em Wolfsburg, na Alemanha, sede da Volkswagen. A Porsche ainda precisa ter os 9 bilhões de euros (US$ 12,3 bilhões) em dívidas sob controle, antes de fechar o acordo.

Por Anderson Puiatti





União alemã: Porsche e Volkswagen anunciam fusão

6 05 2009

Desde a compra de 51% das ações da Volkswagen pela Porsche, que haviam especulações sobre a compra de uma marca pela outra ou até mesmo uma união entre as duas. Agora toda essa especulação chega ao fim: a Porsche anunciou que irá formar junto com a Volks um novo grupo automobilísticoo, ou melhor, o maior grupo automobilístico da Europa, envolvendo nada menos que dez marcas.

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O novo conglomerado de marcas, que abrange todo o grupo Volkswagen (Audi, Seat, Skoda, Larborghini, Bentley, Bugatti, VW Comercial e Scania) e o grupo Porsche Automobil Holding, define que cada marca têm independência em suas decisões, mas ficam sob o comando do novo grupo.  A confirmação da fusão deve ser dada nas próximas quatro semanas, quando as negociações com o governo da Baixa Saxônia (estado alemão que detem 20% das ações do grupo VW) forem resolvidas.

 Por Dyogo Fagundes





Fiat revela oficialmente interesse na GM Europa

4 05 2009

Depois de firmar parceria com a Chrysler, a Fiat agora está de olho na divisão europeia da GM. Sergio Marchionne, presidente da empresa italiana, revelou em entrevista ao Financial Times que o grupo vê a união como “casamento no céu” e as negociações devem sair até final deste mês. A aquisição de todas essas marcas e operações pelo mundo têm grande importância para a Fiat, uma vez que a proposta é compartilhar plataformas e tecnologias entre as marcas, além de atuar em novos mercados.

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Caso as negociações de confirmem, o Grupo Fiat será composto com 11 marcas: Chrysler, Dodge, Jeep, Opel, Vauxhall e Saab (as três últimas formam a GM Europa). Todas se unem à Fiat, Alfa Romeo, Lancia, Maserati e Ferrari e formam o segundo maior grupo do mundo na indústria automobilística, atrás apenas da Toyota. Com capacidade anual de produção entre 6 e 7 milhões automóveis, o novo acordo pode render um faturamento de 80 bilhões de euros (R$ 230 bilhões).

Por Dyogo Fagundes





Obama anuncia concordata da Chrysler; aliança recém-firmada com Fiat será a salvação

30 04 2009

Para alguns, a quinta-feira de 30 de abril de 2009 deve ser a mais sombria do ano. Para outros, no entanto, deve ser a salvação. É que hoje, dia 30, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, fez o anúncio oficial de concordata da terceira maior montadora do país, a Chrysler, para a viabilização do plano de ajuda e reestruturação da marca. Foi anunciado ainda a oficialização da parceria com a italiana Fiat, onde provavelmente está a esperança da Chrysler. Entenda o plano a seguir.

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Grupo Cerberus e governo:

Com isso, o grupo Cerberus, que detinha 80% da participação da empresa, agora encerra completamente sua participação nela. O plano apresentado por Obama para reestruturação da marca é amplo, mas não complicado. Inicialmente, a “nova Chrysler” (como está sendo chamada) comprará todos os ativos da antiga Chrysler em troca por pagamento de US$ 2 bilhões a credores (eles aceitaram reduzir a dívida de 7 para 2 bilhões) e o Tesouro americano terá 8% de participação na empresa. O governo do Canadá, juntamente com a província de Ontario, detenterão 2% das ações.

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Aliança Fiat-Chrysler:

As maiores novidades estão na parceria da gigante americana com a montadora europeia, que já pode ser considerada a sexta maior do mundo. O governo terá o direito de nomear quatro novos diretores para o “grupo”; os executivos da Fiat, direito a mais três. A Fiat concederá “bilhões de dólares” em tecnologia para ajudar a Chrysler a fabricar carros mais eficientes em suas fábricas nos EUA, o que se resultará em um ganho de até 15% em participação adicional em três vezes de 5%, de acordo com cumprimento de metas como a produção de um veículo com consumo eficiente de combustível.

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Durante o período, o Tesouro dos EUA emprestará até US$ 6 bilhões à aliança e o mesmo já estáestá preparado para empresar US$ 4,7 bilhões para a nova Chrysler na forma de um financiamento de longo prazo, sendo US$ 2,1 bilhões com vencimento em 30 meses.

Fornecedores, credores & clientes:

Na primeira audiência, os advogados da Chrysler pedirãopermissão para continuar a pagar fornecedores, e o programa de apoio aos fornecedores de autopeças do Tesouro dos EUA continuará a operar. Os benefícios do sindicato dos metalúrgicos, tais quais planos de saúde e aposentadoria, continuarão e a acionista minoritária do grupo, a Daimler, abrirá mão de seus 19% de participação. Em relação às vendas e financiamentos, tudo deve voltar ao normal quando o pedido de concordata for retirado.

A Chrysler estima que poderá deixar o processo de concordata em entre 30 e 60 dias. Final feliz? Esperemos que sim…

Por Fillipe Vivas





Chrysler estaria desenvolvendo sedan baseado no Fiat Bravo

29 04 2009

A aliança Fiat-Chrysler parece já estar gerando frutos. Na tarde desta quarta-feira (5), o tradicional periódico Wall Street Journal afirmou que a montadora norte-americana realizou um evento especial no último final de semana em seu centro de design em Auburn Hills, onde concessionários conheceram, além dos novos 300C  e Jeep Cherokee, uma variante três volumes do hatchback Bravo – vendido pela Fiat – e que seria lançada provavelmente em 2011.

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Segundo informações apuradas, o modelo partilharia a plataforma C-Evo do primo italiano, mas teria identidade visual própria da Chrysler e seria caracterizado pelo baixíssimo custo de venda e produção. Entretanto, pode ser que a marca apenas troque o logotipo da Fiat. A única certeza é de que a resposta sobre a viabilidade da parceria entre Fiat e Chrysler será dada pelo governo de Barack Obama até 1º de junho.

Por Fillipe Vivas





Fiat pode comprar ações da Opel

23 04 2009

No começo do mês, surgiram à internet falsos rumores de que a Fiat poderia se unir novamente com a Opel para o desenvolvimento de novos produtos e, com isso, poder sair as duas inatingidas pela crise. O presidente da montadora italiana desmentiu os boatos, mas não é que alguns dias depois os executivos da própria empresa procuraram os representantes da subdivisão da Opel para firmar possíveis acordos?

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Segundo o diretor da Opel, Armin Schild, alguns executivos da Fiat se mostraram dispostos a conversar sobre possíveis alianças ou, pelo menos, compra de parte das ações da montadora alemã. O plano utilizado pelos italianos seria a escapatória para caso a parceria com a norte-americana Chrysler não venha a dar certo – a decisão final sairá no dia 30 de abril.

Por Fillipe Vivas





Investidora kuaitiana pretende vender 20% da Aston Martin

15 12 2008

Detentora de 50% das ações da britânica Aston Martin, a empresa kuaitiana DAR está a procura de novos parceiros investidores. O grupo árabe pagou US$ 480 milhões pela metade da Aston Martin em meados do ano passado e pretende arrecadar agora cerca de 1 bilhão de dólares com a venda de 20% do mix.

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A DAR afirmou que não pretende se desfazer da tradicional montadora de esportivos e justificou a venda na necessidade de arrecadar fundos de investimento. Caso encontre algum comprador, a empresa árabe será responsável pelo crescimento de 520% no valor das ações da montadora britânica.

Por Fillipe Vivas





Presidente da Fiat diz que montadora precisa de uma parceria para sobreviver à crise

8 12 2008

Segundo o presidente-executivo da Fiat, Sergio Marchionne, por ser muito pequena para sobreviver sozinha à crise que abateu a indústria, a montadora precisa encontrar um parceiro. Em uma entrevista publicada nesta segunda-feira (8), o executivo afirmou esperar que a indústria se consolide nos próximos dois anos, com seis companhias competindo em nível mundial e com a Fiat unida a alguma delas.

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“São necessários 5,5 milhões a 6 milhões de carros por ano para ter uma chance de fazer dinheiro”, disse Marchionne. “A Fiat não está nem na metade disso. E não estamos sozinhos nisso. Então precisamos agregar de uma maneira ou de outra” completou. O presidente da montadora evitou dar possíveis nomes de parceiros, mas existe a especulação de que o grupo Fiat (composto pelas marcas de prestígio como a Ferrari) poderá ser desfeito ou poderá ocorrer a venda da divisão automotiva, que não é grande ou lucrativa o bastante para continuar independente. Montadoras como Toyota, GM e Volkswagen são possíveis nomes para uma parceria.

“Vamos acabar com uma grande empresa norte-americana, uma alemã, uma franco-japonesa, talvez mais uma nos EUA, uma no Japão, uma na China e um outro potencial player europeu”, disse Marchionne e acrescentou “Eu não posso continuar trabalhando com carros sozinho. Eu preciso de uma estrutura muito maior para me ajudar. Eu preciso de uma estrutura compartilhada.” O executivo também disse existir a possibilidade de perder seu próprio cargo com uma parceria “Algumas pessoas perderão o direito de liderar… E eu me incluo nisso.”

Por Carlos Eduardo Tobias