Depois de apresentar sua primeira reestilização à imprensa e ao público há algumas semanas, a Fiat apresenta oficialmente o novo Grande Punto que, aliás, atende agora por outro nome: Punto Evo. Uma dos destaques de seu estande em Frankfurt, o hatchback ganhou novo visual, com frente, traseira e interior inspirados nos best-seller 500 e Bravo. Ah, evoluções (como sugere o nome) também foram empregadas sob o capô.
As mudanças estéticas adotadas pelo modelo já não são mais novidade para a maioria dos leitores do Pit Stop. No final de julho, vazaram na internet as primeiras imagens do compacto reestilizado totalmente desprovido de disfarces. Por ele, notava-se que a Fiat se inspirou no visual carismático do Cinquecento para realizar mudanças nos para-choques dianteiro e traseiro do Grande Punto. No interior, a fonte de inspiração é, inegavelmente, o médio Bravo.
A frente ganhou um visual robusto graças a adoção de uma ampla entrada de ar cortada por uma peça que ostenta a placa de identificação, sinalizadores de seta (que saíram dos faróis) e faróis de neblina (com desenho redondo simples). O logotipo da montadora italiana é sustentado por um filete cromado, situado logo acima da pequena abertura da grade frontal. Atrás, o para-choque recebeu desenho semelhante ao empregado na peça dianteira.
Sem alterações no formato, as lanternas mostram uma nova disposição dos elementos. É no abrir da porta, porém, que se encontra a maior e mais bem-vinda novidade do Punto Evo. Em linhas gerais, o habitáculo agora apresenta um aspecto mais esportivo. Os mostradores são individuais e possuem formato semelhante ao dos modelos da Alfa Romeo. O console central mudou totalmente, ganhando novo sistema de som, saídas de ar redesenhadas e a curiosa opção de escolha da cor.
Debaixo do capô, parte da gama de motores foi descartada para dar lugar a uma família totalmente remodelada, batizada de MultiAir. Os propulsores apresentam ganho de 10% em potência e redução de 25% em consumo de combustível e emissão de poluentes com a adoção de um novo sistema de adimissão variável de combustível. Dois propulsores 1.3l produzem 75 cv e 95 cv de potência com consumo e emissão de poluentes na casa dos 25 km/l e 110 g CO2/km.
Outros dois blocos têm 1.4l de capacidade cúbica e 77 cv e 105 cv, consumindo 17,5 km/l e emitindo apenas 132 g CO2/km rodado cada um. Dentro de pouco tempo, o hatch fabricado e vendido por aqui também deve receber leves modificações estéticas, mas não há confirmação de que será a mesma aplicada no modelo europeu.
Imagens por Autoblog.com
Por Dyogo Fagundes








Vai ser uma boa briga com os concorrentes, acho que leva vantagem pois o seu modelo ja é consagrado no publico brasileiro. Precisamos ficar atento ao preço sugerido, pois, a gama de opçoes é grande.
Tiraram a esportividade do carro, prefiro o antigo.
E esse bigode ai, feio de mais. E olha que este ai é a versão esportiva.
Triste.não sei pra que vcs mudam tanto,so precisava melhorar o desepenho do motor e coloca pisca nos retrovisores….
nossa que feio, prefiro muito mais o antigo…..tiraram a esportividade, parece um palio caprichado